Adrian Paci

Enrique Ramirez

Guido Van der Werve

Jesper Just

Laurent Grasso

Mario Garcia Torres

Pietro Fortuna

Reynold Reynolds

Tamar Guimarães

Salla Tykka


DURation: 82'

 

Adrian Paci, The Column / A Coluna  | 2013  
Vídeo digital HD | 26’ 

Reynold Reynolds, New York City Simphony | 1995
16 mm convertido em vídeo digital HD | 9'

Tamar Guimarães e Kasper Akhoi, A família do Capitão Gervásio | 2013
Filme 16 mm convertido em video digital HD | 17’

Pietro Fortuna, RWY | 2013
Vídeo digital HD | 2''

Adrian Paci, Per Speculum | 2006  
35 mm convertido em vídeo digital HD | 7’ 

Reynold Reynolds e Patrick Jolley, Burn | 2002
16 mm convertido em vídeo digital HD | 10'

Jesper Just, A Vicius Undertow | 2007
16 mm convertido em vídeo digital HD | 10'

 
Reynold Reynolds e Patrick Jolley, Burn, 2002

Reynold Reynolds e Patrick Jolley, Burn, 2002


II

DUration: 93’

 

Guido Van der Werve, Nummer Zeven |2007  
Vídeo digital HD | 3'

Laurent Grasso, Uraniborg | 2012  
Vídeo digital HD | 16'

Reynold Reynolds, Six Easy Pieces | 2010
Stop motion e 16 mm convertido em vídeo digital HD | 10'

Salla Tykka, Giant | 2013
16 mm convertido em vídeo digital HD e vídeo digital HD | 13'

Guido Van der Werve, Nummer Zes |2006  
Vídeo digital HD | 17'

Pietro Fortuna, Altar | 2013
Vídeo digital HD | 2'' 

Tamar Guimarães, Canoas | 2010
Filme 16 mm convertido em video digital HD | 13’

Reynold Reynolds, Seven Days Till Sunday | 1998
16 mm convertido em vídeo digital HD | 7'

Enrique Ramirez, Brisas| 2008
Vídeo digital | 12'

 
Laurent Grasso, Uraniborg, 2012

Laurent Grasso, Uraniborg, 2012


III

DUration: 88’

 

Un Hombre que Camina, Enrique Ramirez, 2014

Un Hombre que Camina, Enrique Ramirez, 2014

Adrian Paci, Piktori  | 2002
Vídeo digital | 4’ 

Pietro Fortuna, Studio Visit | 2013
Vídeo digital HD | 4' 

Mario Garcia Torres, Schlieren Plot | 2
Vídeo digital HD | 30’ 

Guido Van der Werve, Nummer Twee |2006  
Vídeo digital | 3'

Jesper Just, Llano| 2012
Vídeo digital HD | 8'

Salla Tykka, Lasso | 2000
Vídeo digital HD | 4'

Enrique Ramirez, Un Hombre que Camina| 2014
Vídeo digital HD | 22'

Laurent Grasso, Soleil Noir| 2014  
Vídeo digital HD | 12'

 

OLHO I

There is, and has always been, a mutual influence between the visual arts and cinema. Since the beginning, the two forms of creative expression have modified their aesthetic approaches, narratives, and architectural spaces in close dialogue with one another. Nevertheless, it is intriguing to observe that film criticism and art criticism have historically pursued two separate paths and that the same applies to the ways in which the works are respectively collected and distributed.

Today, films and filmic effects are so pervasive that they have begun to reformat other artistic practices influenced by the post-production techniques and narrative construction typical to cinema. This evidence invites us to reflect upon the reciprocal relationship between the visual arts and cinema from the perspective of the spaces and subjectivities they address.

The OLHO exhibition screening brings together, in curated sequences, works that stand out in the international panorama of contemporary art and engage in a direct or dialectical manner with cinema. In staging a dialogue between different ways of seeing and narrating, OLHO is an invitation to reflect upon the various different visual narratives that have developed in response to moving images and to relish in the powerful, aesthetic, immersive experience of the movie theatre. 


OLHO I

Há, e sempre houve, uma influência mútua entre arte e cinema. Desde o começo, as duas linguagens mantiveram um diálogo permanente que vem modificando suas abordagens estéticas, suas narrativas e seus espaços arquitetônicos. No entanto, é interessante reparar como a crítica de arte e a crítica de cinema têm trilhado caminhos separados, e o mesmo se aplica aos modos como as obras são respectivamente “colecionadas” e “distribuídas”.

Hoje filmes e efeitos fílmicos estão tão difundidos que começaram a reformatar não só o vídeo, mas outras práticas artísticas, influenciadas pelas técnicas de pós produção e pelas construções narrativas típicas do cinema. Essa evidência é um convite para repensarmos a interpenetração entre arte e cinema do ponto de vista dos espaços e das subjetividades a que se dirigem.

OLHO reúne, em sequências definidas, obras que se destacaram no panorama internacional da arte contemporânea e que se relacionam, de forma direta ou dialética, com a linguagem do cinema. Abrindo um diálogo entre diferentes modos de ver e narrar, a mostra é uma oportunidade de se refletir sobre as várias formas de narrativa visual desenvolvidas em resposta à imagem em movimento, e apreciá-las no ambiente imersivo de uma sala de cinema.