Mihai Grecu

Coagulate, Mihai Grecu, 2008

Coagulate, Mihai Grecu, 2008

Coagulate | 2008
Coagular | Vídeo digital HD, 6’

Ausência, presença e distorções aquáticas nesta coreografia de fluidos, onde forças misteriosas torcem as leis físicas e afetam o comportamento dos seres vivos em espaços purificados.

Absence, presence and aquatic distortions in this choreography of fluids, mysterious forces twist the physical laws and affect the behavior of living beings in purified spaces.

 

Exland | 2013
Digital HD video, 7’44”, em colaboração com Thibault Gleize

Em algum lugar perdido entre fiordes majestosos e cumes nevados, misteriosos monumentos pós-modernos indicam uma presença humana ambígua, que tenta modificar a paisagem através de um simbolismo ideológico abstrato. O filme é, ao mesmo tempo, a visualização de trabalhos utópicos de land art, uma crítica à sociedade de consumo e um comentário irônico às catástrofes do imaginário contemporâneo.

Mihai Grecu and Thibault Gleize develop a world that is both fantastic and fear inspiring at the same time: deserted mountain ridges that hang in a thick fog, such that making distinctions like night and day are impossible. A ghoulish soundscape accompanies this scene, whose eerie effect is increased by the absurd appearance of pink blinking rows of lights. An unpleasant suspense which is a herald of a brilliant finale is that which remains from the mountain ranges, shining pictograms and the spine-tingling flickering. Active as a multimedia-duo in Paris, Grecu and Gleize produce a reality in “Exland” that removes itself from a topological appreciation although it can be initially contextualized by mountains, fog and colors. 

 

BIOGRAFIA

Mihai Grecu nasceu em 1981 em Sebes, Roménia. Ele vive e trabalha em Paris e Roubaix.

Após se formar em arte e cinema na Roménia e na França, no Estúdio Fresnoy de Arte Contemporânea, Grecu vem desenvolvendo uma linguagem visual pessoal complexa. Temas recorrentes, como a angústia, a clonagem, a alucinação, a vida nas cidades, a metamorfose, o inconsciente e a guerra articulam o conjunto explorado por Mihai Grecu. Ao misturar imagens simbólicas e atmosferas surreais, suas obras desafiam a percepção do espectador, assim como o imaginário contemporâneo, em viagens visuais e poéticas que podem ser vistas como proposições para sonhos orientados através da tecnologia.

Seus filme-poemas foram mostrados em numerosas exposições, tais como Dans la nuit, des images no Grand Palais, em Paris; Mois de la Photographie, Paris; Licht Sicht Biennale, Bad Rothenfelde, 2013; Moving Image, New York, 2013; Arko Art Center, Seul, 2012; Videobrasil, São Paulo, 2011; MAC Niterói, 2009. Festivais de cinema e novos mídias incluem Rotterdam International Film Festival, 2008; Festival do Novo Cinema em Montreal; Clermont Ferrand, 2012 e Locarno, 2007. Prêmios: Quality Award, Centre National de la Cinématographie, Paris, 2013; Prêmio de Melhor Filme Experimental, Message2man Festival, St. Petersburg, Rússia; MQ Residency Award para "Exland", Viena; Best Sound Award, Sapporo International Film Festival, entre outros.

 

BIOGRAPHY

Mihai Grecu was born in Romania in 1981. After studying art and design in Romania and France, he has been pursuing his artistic research at the Fresnoy Studio of Contemporary Arts. Recurring topics such as distress, cloning, hallucination, city life and war articulate the whole of his exploration of mysterious and subconscious beginnings. These visual and poetic trips, mix several techniques and styles and may be seen as propositions for a new dream oriented technology. His work hes been shown in numerous film festivals (Locarno, Rotterdam, Festival of New Cinema in Montreal) and exhibitions ("Dans la nuit, des images" at the Grand Palais, "Labyrinth of my mind" at the Cube, "Video Short list: the Dream Machine" at the Passage du Retz, "Studio" at "Les Filles du Calvaire" Gallery).